29 de novembro de 2011
SC: sobe para 108 o nº de animais marinhos encontrados mortos
Subiu para 108 o número de animais marinhos encontrados mortos na costa catarinense. Desde o início do monitoramento realizado por biólogos do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali)foram registrados o aparecimento de 90 tartarugas verdes (Chelonia mydas), três golfinhos cinza (Sotalia guianensis), 12 botos (Tursiops truncatus), conhecidos como "boto flíper" ou "boto da tainha", uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), uma baleia-minke-antártica (Balaenoptera bonaerensis), e uma toninha (Pontoporia blainvillei).
Especialistas acompanham o caso e apontam como causa preliminar o uso de redes de emalhe, proibidas na pesca. Essa suspeita, no entanto, ainda não foi confirmada e outras possibilidades estão sendo estudadas.
Todo o material foi recolhido para análise. Os pesquisadores estão percorrendo 350 km da costa de Santa Catarina à procura de novos registros. O laudo com a causa das mortes deverá ser divulgado em breve.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5494514-EI8145,00-SC+sobe+para+o+n+de+animais+marinhos+encontrados+mortos.html
Comentário: Acredito que tudo isso seja uma grande perda para todos, principalemte para nós, pois se o meio ambiente perde, nós também perdemos, e as más intenções sempre, são completamente prejudiciais, temos que fazer algo para impedir que toda essa desgraça aumente, pois infelizmente na natureza todos pagam pelo erro de alguns, isso é injusto, mas 'é assim que é, é assim que tem que ser' caso contrário ninguém irá fazer nada, e apenas se contentará, por isso nada é tão injusto assim, muito pelo contrário, tudo é muito justo.
Notícia Biologia
Notícia Biologia foi um blog criado com o objetivo de postar noticias, e fatos que tenham haver com Biologia!!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos
24 de novembro de 2011
Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos
O ano é 1859. O dia, 24 de novembro. Charles Darwin acaba de publicar a primeira edição de A Origem das Espécies. O livro mudaria radicalmente a forma como os humanos enxergam a evolução dos seres vivos, tornando-se base de toda a biologia moderna.
No aniversário de 152 anos desse trabalho.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5485912-EI238,00-Base+da+biologia+moderna+teoria+de+Darwin+completa+anos.html
Comentário: Esse data é uma data realmente muito marcante para a biologia, pois foi Darwin quem realmente criou a teoria da biologia moderna, que é muito utilizada até hoje, e isso é muito importante para toda a evolução da espécie humana e para os estudos de todos os interessados!
Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos
A teoria de Charles Darwin completa 152 anos da sua 1ª edição
O ano é 1859. O dia, 24 de novembro. Charles Darwin acaba de publicar a primeira edição de A Origem das Espécies. O livro mudaria radicalmente a forma como os humanos enxergam a evolução dos seres vivos, tornando-se base de toda a biologia moderna.
No aniversário de 152 anos desse trabalho.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5485912-EI238,00-Base+da+biologia+moderna+teoria+de+Darwin+completa+anos.html
Comentário: Esse data é uma data realmente muito marcante para a biologia, pois foi Darwin quem realmente criou a teoria da biologia moderna, que é muito utilizada até hoje, e isso é muito importante para toda a evolução da espécie humana e para os estudos de todos os interessados!
Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012
19 de novembro de 2011
Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012
Pesquisadores brasileiros devem testar em seres humanos um tratamento inédito com células-tronco. Portadores de distrofia muscular de Duchenne vão receber, pela primeira vez no País, células-tronco retiradas de outra pessoa. Até hoje, o Brasil só tratava pacientes com suas próprias células-tronco.
Segundo a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Mayana Zatz, os primeiros testes com pessoas devem ocorrer no final de 2012. Os voluntários para a pesquisa serão jovens com a doença que atinge crianças do sexo masculino e causa a degeneração dos músculos. "Alguns meninos perdem a capacidade de andar muito cedo", disse.
Mayana é diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco. É também uma das maiores autoridades sobre o assunto no País, e foi entrevistada do programa 3 na sede da TV Brasil, na quinta-feira. Segundo ela, o território brasileiro tem centros de pesquisa desenvolvendo estudos de ponta sobre células-tronco.No caso do tratamento dos pacientes com distrofia de muscular de Duchenne, serão usadas células-tronco extraídas da gordura. Pessoas saudáveis doam as células, que serão tratadas e implantadas nos músculos dos pacientes doentes. As células-tronco, por suas características biológicas, vão se transformar em tecido muscular e regenerar músculos comprometidos pela doença.
A pesquisadora declarou que esse procedimento já foi testado em ratos e cães. Segundo ela, os animais foram observados por até três anos e não apresentaram nenhum efeito colateral. "Até agora, tivemos resultados muito interessantes", afirmou, "nada de tumores".
A possibilidade do desenvolvimento de tumores em pacientes que passam por tratamento com células-tronco é justamente a maior preocupação dos pesquisadores. O efeito colateral foi registrado em uma criança, na Alemanha, que passou por tratamento desse tipo.
Por causa do risco, Mayana disse que é preciso ter muita cautela antes de qualquer teste em humanos. Ela acredita, porém, que a técnica desenvolvida no Brasil está pronta para entrar nessa fase. Agora, o projeto de pesquisa sobre o tratamento para distrofia muscular terá de passar pela avaliação de um comitê de ética de pesquisadores, antes de ser testado. Para a diretora do Instituto Nacional de Células-Tronco, a aprovação pode demorar um tempo, porém dará mais segurança para o prosseguimento do estudo.
Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012
Pesquisadores brasileiros devem testar em seres humanos um tratamento inédito com células-tronco. Portadores de distrofia muscular de Duchenne vão receber, pela primeira vez no País, células-tronco retiradas de outra pessoa. Até hoje, o Brasil só tratava pacientes com suas próprias células-tronco.
Segundo a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Mayana Zatz, os primeiros testes com pessoas devem ocorrer no final de 2012. Os voluntários para a pesquisa serão jovens com a doença que atinge crianças do sexo masculino e causa a degeneração dos músculos. "Alguns meninos perdem a capacidade de andar muito cedo", disse.
Mayana é diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco. É também uma das maiores autoridades sobre o assunto no País, e foi entrevistada do programa 3 na sede da TV Brasil, na quinta-feira. Segundo ela, o território brasileiro tem centros de pesquisa desenvolvendo estudos de ponta sobre células-tronco.
A pesquisadora declarou que esse procedimento já foi testado em ratos e cães. Segundo ela, os animais foram observados por até três anos e não apresentaram nenhum efeito colateral. "Até agora, tivemos resultados muito interessantes", afirmou, "nada de tumores".
A possibilidade do desenvolvimento de tumores em pacientes que passam por tratamento com células-tronco é justamente a maior preocupação dos pesquisadores. O efeito colateral foi registrado em uma criança, na Alemanha, que passou por tratamento desse tipo.
Por causa do risco, Mayana disse que é preciso ter muita cautela antes de qualquer teste em humanos. Ela acredita, porém, que a técnica desenvolvida no Brasil está pronta para entrar nessa fase. Agora, o projeto de pesquisa sobre o tratamento para distrofia muscular terá de passar pela avaliação de um comitê de ética de pesquisadores, antes de ser testado. Para a diretora do Instituto Nacional de Células-Tronco, a aprovação pode demorar um tempo, porém dará mais segurança para o prosseguimento do estudo.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5478365-EI8147,00-Brasil+testara+tratamento+inedito+com+celulastronco+em.html
Comentário: Acho essa pesquisa e essa nova tentativa muito saudável e fundamental para o avanço na saúde, principalmente em se tratando de células-tronco, que auxiliam na recuperação e renovação da vida e da saúde das pessoas.
Grande asteróide chegará muito perto da Terra nesta terça
08 de novembro de 2011
Grande asteroide chegará muito perto da Terra nesta terça
Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta.
A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."
Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra.
A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".
Perto, muito perto: mas não há risco?
A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman.
A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio.
Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica.
O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.
YU 55
O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman.
O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".
A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 204. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5455439-EI301,00-Grande+asteroide+chegara+muito+perto+da+Terra+nesta+terca.html
Comentário: Peguei esta reportagem, pois ela foi postada bem no dia em que o asteróide iria passar pela terra, e então achei interessante pegar, pelo fato de que é extremamente raro ocorrer esse tipo de evenvo frequentemente, talvez nunca mais possamos ver outro parecido nessa vida.
Grande asteroide chegará muito perto da Terra nesta terça
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Imagem do asteroide YU 55 gerada a partir de dados obtidos em abril de 2010 pelo Telescópio Arecibo, em Porto Rico
Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta.
A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."
Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra.
A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".
Perto, muito perto: mas não há risco?
A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman.
A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio.
Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica.
O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.
YU 55
O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman.
O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".
A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 204. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5455439-EI301,00-Grande+asteroide+chegara+muito+perto+da+Terra+nesta+terca.html
Comentário: Peguei esta reportagem, pois ela foi postada bem no dia em que o asteróide iria passar pela terra, e então achei interessante pegar, pelo fato de que é extremamente raro ocorrer esse tipo de evenvo frequentemente, talvez nunca mais possamos ver outro parecido nessa vida.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular
31 de outubro de 2011
Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular
Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular
Cientistas franceses conseguiram recuperar a juventude de células de doadores centenários, ao reprogramá-las ao estágio de células-tronco, demonstrando assim que o processo de envelhecimento é reversível. Trabalhos sobre a possibilidade de apagar as marcas do envelhecimento celular, publicados na edição desta terça-feira da revista especializada Genes & Development, marcam uma nova etapa na direção da medicina regenerativa com vistas a corrigir uma patologia, ressaltou Jean-Marc Lemaitre, do Instituto de Genômica Funcional (Inserm/CNRS/Université de Montpellier), encarregado destas pesquisas.
Segundo um cientista do Inserm, outro resultado importante destes trabalhos é compreender melhor o envelhecimento e corrigir seus aspectos patológicos. As células idosas foram reprogramadas "in vitro" em células-tronco pluripotentes iPSC (sigla em inglês para células-tronco pluripotentes induzidas) e, com isso, recuperaram a juventude e as características das células-tronco embrionárias (hESC). Estas células podem se diferenciar dando origem a células de todos os tipos (neurônios, células cardíacas, da pele, do fígado...) após a terapia da "juventude" aplicada pelos cientistas.
Desde 2007 os cientistas demonstraram ser capazes de reprogramar as células adultas humanas em células-tronco pluripotentes (iPSC), cujas propriedades são semelhantes às das células-tronco embrionárias. Esta reprogramação a partir de células adultas evita as críticas ao uso de células-tronco extraídas de embriões.
Nova etapa
Até agora, a reprogramação de células adultas tinha um limite, a senescência, última etapa do envelhecimento celular. A equipe de Jean-Marc Lemaitre acaba de superar este limite.
Os cientistas primeiro multiplicaram células da pele (fibroblastos) de um doador de 74 anos para alcançar a senescência, caracterizada pela suspensão da proliferação celular. Em seguida, eles fizeram a reprogramação "in vitro" destas células. Como isto não foi possível com base em quatro fatores genéticos clássicos de transcrição (OCT4, SOX2, C MYC e KLF4), eles adicionaram outros dois (NANOG e LIN28).
Graças a este novo "coquetel" de seis ingredientes genéticos, as células senescentes reprogramadas recuperaram as características das células-tronco pluripotentes de tipo embrionário, sem conservar vestígios de seu envelhecimento anterior. "Os marcadores de idade das células foram apagados e as células-tronco iPSC que nós obtivemos podem produzir células funcionais, de todos os tipos, com capacidade de proliferação e longevidade aumentadas", explicou Jean-Marc Lemaitre.
Os cientistas em seguida testaram com sucesso seu coquetel em células mais envelhecidas, de 92, 94, 96 até 101 anos. "A idade das células não é definitivamente uma barreira para a reprogramação", concluíram.
Estes trabalhos abrem o caminho para o uso de células reprogramadas iPS como fonte ideal de células adultas toleradas pelo sistema imunológico para reparar órgãos ou tecidos em pacientes idosos, acrescentou o cientista.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5446180-EI238,00-Cientistas+conseguem+reverter+envelhecimento+celular.html
Comentário: Essa reverssão celular, transformando células velhas em novas, pode ser muito útil para a evolução de pesquisas e solução para a cura de muitas doenças ou a prevenção delas. Por isso a importância de sempre haverem novas pesquisas e divulgações sobre descobertas que auxiliem a humanidade de certa forma.
Segundo um cientista do Inserm, outro resultado importante destes trabalhos é compreender melhor o envelhecimento e corrigir seus aspectos patológicos. As células idosas foram reprogramadas "in vitro" em células-tronco pluripotentes iPSC (sigla em inglês para células-tronco pluripotentes induzidas) e, com isso, recuperaram a juventude e as características das células-tronco embrionárias (hESC). Estas células podem se diferenciar dando origem a células de todos os tipos (neurônios, células cardíacas, da pele, do fígado...) após a terapia da "juventude" aplicada pelos cientistas.
Desde 2007 os cientistas demonstraram ser capazes de reprogramar as células adultas humanas em células-tronco pluripotentes (iPSC), cujas propriedades são semelhantes às das células-tronco embrionárias. Esta reprogramação a partir de células adultas evita as críticas ao uso de células-tronco extraídas de embriões.
Nova etapa
Até agora, a reprogramação de células adultas tinha um limite, a senescência, última etapa do envelhecimento celular. A equipe de Jean-Marc Lemaitre acaba de superar este limite.
Os cientistas primeiro multiplicaram células da pele (fibroblastos) de um doador de 74 anos para alcançar a senescência, caracterizada pela suspensão da proliferação celular. Em seguida, eles fizeram a reprogramação "in vitro" destas células. Como isto não foi possível com base em quatro fatores genéticos clássicos de transcrição (OCT4, SOX2, C MYC e KLF4), eles adicionaram outros dois (NANOG e LIN28).
Graças a este novo "coquetel" de seis ingredientes genéticos, as células senescentes reprogramadas recuperaram as características das células-tronco pluripotentes de tipo embrionário, sem conservar vestígios de seu envelhecimento anterior. "Os marcadores de idade das células foram apagados e as células-tronco iPSC que nós obtivemos podem produzir células funcionais, de todos os tipos, com capacidade de proliferação e longevidade aumentadas", explicou Jean-Marc Lemaitre.
Os cientistas em seguida testaram com sucesso seu coquetel em células mais envelhecidas, de 92, 94, 96 até 101 anos. "A idade das células não é definitivamente uma barreira para a reprogramação", concluíram.
Estes trabalhos abrem o caminho para o uso de células reprogramadas iPS como fonte ideal de células adultas toleradas pelo sistema imunológico para reparar órgãos ou tecidos em pacientes idosos, acrescentou o cientista.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5446180-EI238,00-Cientistas+conseguem+reverter+envelhecimento+celular.html
Comentário: Essa reverssão celular, transformando células velhas em novas, pode ser muito útil para a evolução de pesquisas e solução para a cura de muitas doenças ou a prevenção delas. Por isso a importância de sempre haverem novas pesquisas e divulgações sobre descobertas que auxiliem a humanidade de certa forma.
SP oferece cirurgia sem cortes para o tratamento contra câncer
27 de outubro de 2011
SP oferece cirurgia sem cortes para tratamento contra câncer
SP oferece cirurgia sem cortes para tratamento contra câncer
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se o primeiro hospital público do país a adotar a técnica de radiocirurgia. Trata-se de uma terapia simples e rápida para tratar pacientes oncológicos que, por motivos clínicos, não poderiam se submeter aos riscos de uma cirurgia comum. As informações são da agência Fapesp.
Além disso, o equipamento possibilita que, mesmo havendo uma pequena movimentação do tumor, provocada pela respiração, somente a área programada seja tratada. Isso porque o aparelho ajusta os disparos quando o tecido saudável fica à frente do dispositivo emissor da radiação. O procedimento dura, em média, uma hora e libera o paciente para voltar à sua rotina normal logo após a terapia.
Antes de dar início ao tratamento, uma imagem do tumor gerada pelo próprio equipamento de radioterapia é realizada para que a equipe de médicos e físicos possa posicionar o alvo que será submetido à radiocirurgia.
Devido a essa precisão, a técnica promove maior proteção dos tecidos vizinhos contra a radiação quando comparada ao tratamento de radioterapia convencional. Por esta razão, embora receba uma dose elevada de radiação, o paciente apresenta uma tolerância maior à nova técnica. Além disso, o período de tratamento é mais curto. São necessárias de uma a cinco aplicações, número que pode subir para cerca de 30, quando empregada a radioterapia comum. O tratamento é indicado para tumores primários ou metástases localizadas no pulmão e na coluna vertebral, desde que isolados e com até cinco centímetros de diâmetro. Essa tecnologia visa concentrar uma grande dose de radiação em focos bastante específicos, provocando a morte das células cancerígenas por meio da quebra de seu DNA e chance mínima de danos aos tecidos sadios.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5438809-EI8147,00-SP+oferece+cirurgia+sem+cortes+para+tratamento+contra+cancer.html
Comentário: Essa nova técnica de cura do câncer é mais uma nova e grande criação da ciência em relação ao tratamento dessa doença que tanto mata gente não só no Brasil como no mundo inteiro, e isso é muito importante, pois essas descobertas só aumentam as chances de pessoas que possuem a doença se curarem, e melhorarem logo, de uma forma mais simples.
Além disso, o equipamento possibilita que, mesmo havendo uma pequena movimentação do tumor, provocada pela respiração, somente a área programada seja tratada. Isso porque o aparelho ajusta os disparos quando o tecido saudável fica à frente do dispositivo emissor da radiação. O procedimento dura, em média, uma hora e libera o paciente para voltar à sua rotina normal logo após a terapia.
Antes de dar início ao tratamento, uma imagem do tumor gerada pelo próprio equipamento de radioterapia é realizada para que a equipe de médicos e físicos possa posicionar o alvo que será submetido à radiocirurgia.
Devido a essa precisão, a técnica promove maior proteção dos tecidos vizinhos contra a radiação quando comparada ao tratamento de radioterapia convencional. Por esta razão, embora receba uma dose elevada de radiação, o paciente apresenta uma tolerância maior à nova técnica. Além disso, o período de tratamento é mais curto. São necessárias de uma a cinco aplicações, número que pode subir para cerca de 30, quando empregada a radioterapia comum. O tratamento é indicado para tumores primários ou metástases localizadas no pulmão e na coluna vertebral, desde que isolados e com até cinco centímetros de diâmetro. Essa tecnologia visa concentrar uma grande dose de radiação em focos bastante específicos, provocando a morte das células cancerígenas por meio da quebra de seu DNA e chance mínima de danos aos tecidos sadios.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5438809-EI8147,00-SP+oferece+cirurgia+sem+cortes+para+tratamento+contra+cancer.html
Comentário: Essa nova técnica de cura do câncer é mais uma nova e grande criação da ciência em relação ao tratamento dessa doença que tanto mata gente não só no Brasil como no mundo inteiro, e isso é muito importante, pois essas descobertas só aumentam as chances de pessoas que possuem a doença se curarem, e melhorarem logo, de uma forma mais simples.
domingo, 23 de outubro de 2011
Estudo indica relação entre gene e felicidade
19 de outubro de 2011
Estudo indica relação entre gene e felicidade
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5423164-EI8147,00-Estudo+indica+relacao+entre+gene+e+felicidade.html
Comentário: A realização desta pesquisa é curiosa e ao mesmo tempo divertida, pois é muito interessante saber que há pessoas que são mais felizes simplesmente pelo fato de terem um gene que determina isso, e é útil pois agora sabe-se qual a explicação para algumas pessoas que tem uma felicidade, e uma satisfação excessiva em relação a sua vida, e tudo isso determinado pelos genes, e explicado pela ciência.
Estudo indica relação entre gene e felicidade
Um estudo da London School of Economics and Political Science indica que um gene pode ser influente na felidade das pessoas. Mas os cientistas afirmam que o mais importante ainda é o "curso da vida" de cada um, mas a genética pode explicar o porquê de algumas pessoas serem naturalmente mais felizes que outros. A pesquisa foi divulgada na publicação especializada Journal of Human Genetics, do grupo Nature.
Segundoo pesquisador Jan-Emmanuel De Neve, sempre se desconfiou que um gene tivesse relação com felicidade, mas esse estudo mostra um indício direto dessa ligação. Outro estudo de De Neve, em parceria com cientistas das universidades de Harvard, Califórnia-San Diego (ambas nos Estados Unidos) e Zurique (Suíça), que comparava os códigos genéticos de gêmeos idênticos e não-idênticos, já indicava que a genética era responsável por um terço da variação na felicidade das pessoas.
O pesquisador afirma que o gene 5-HTT é o responsável pelos transportadores de serotonina, a substância responsável pelo sentimento de prazer e felicidade, nos neurônios. Esse gene é formado por dois alelos, que podem ser curtos ou longos (cada pessoa pode ter dois curtos, dois longos, ou um de cada).
Conforme o cientista, foram analisados os DNAs de 2,5 mil pessoas nos Estados Unidos. Para eles foi perguntado o quão satisfeitos estavam com sua vida como um todo, com cinco respostas possíveis: muito satisfeito, satisfeito, insatisfeito, muito insatisfeito ou nenhuma das anteriores.
O pesquisador afirma que pessoas com dois alelos longos respondiam mais estarem muito satisfeitas (35%) ou satisfeitas (34%) do que aquelas com dois alelos curtos (19% nas duas categorias). Além disso, o estudo indica que ter apenas um alelo longo aumenta em 8% a chance de alguém estar muito satisfeito com a vida do que aquelas com dois curtos.
Segundoo pesquisador Jan-Emmanuel De Neve, sempre se desconfiou que um gene tivesse relação com felicidade, mas esse estudo mostra um indício direto dessa ligação. Outro estudo de De Neve, em parceria com cientistas das universidades de Harvard, Califórnia-San Diego (ambas nos Estados Unidos) e Zurique (Suíça), que comparava os códigos genéticos de gêmeos idênticos e não-idênticos, já indicava que a genética era responsável por um terço da variação na felicidade das pessoas.
O pesquisador afirma que o gene 5-HTT é o responsável pelos transportadores de serotonina, a substância responsável pelo sentimento de prazer e felicidade, nos neurônios. Esse gene é formado por dois alelos, que podem ser curtos ou longos (cada pessoa pode ter dois curtos, dois longos, ou um de cada).
Conforme o cientista, foram analisados os DNAs de 2,5 mil pessoas nos Estados Unidos. Para eles foi perguntado o quão satisfeitos estavam com sua vida como um todo, com cinco respostas possíveis: muito satisfeito, satisfeito, insatisfeito, muito insatisfeito ou nenhuma das anteriores.
O pesquisador afirma que pessoas com dois alelos longos respondiam mais estarem muito satisfeitas (35%) ou satisfeitas (34%) do que aquelas com dois alelos curtos (19% nas duas categorias). Além disso, o estudo indica que ter apenas um alelo longo aumenta em 8% a chance de alguém estar muito satisfeito com a vida do que aquelas com dois curtos.
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5423164-EI8147,00-Estudo+indica+relacao+entre+gene+e+felicidade.html
Comentário: A realização desta pesquisa é curiosa e ao mesmo tempo divertida, pois é muito interessante saber que há pessoas que são mais felizes simplesmente pelo fato de terem um gene que determina isso, e é útil pois agora sabe-se qual a explicação para algumas pessoas que tem uma felicidade, e uma satisfação excessiva em relação a sua vida, e tudo isso determinado pelos genes, e explicado pela ciência.
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