quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SC: sobe para 108 o n° de animais marinhos encontrados mortos

29 de novembro de 2011
SC: sobe para 108 o nº de animais marinhos encontrados mortos

Subiu para 108 o número de animais marinhos encontrados mortos na costa catarinense. Desde o início do monitoramento realizado por biólogos do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali)foram registrados o aparecimento de 90 tartarugas verdes (Chelonia mydas), três golfinhos cinza (Sotalia guianensis), 12 botos (Tursiops truncatus), conhecidos como "boto flíper" ou "boto da tainha", uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), uma baleia-minke-antártica (Balaenoptera bonaerensis), e uma toninha (Pontoporia blainvillei).
Especialistas acompanham o caso e apontam como causa preliminar o uso de redes de emalhe, proibidas na pesca. Essa suspeita, no entanto, ainda não foi confirmada e outras possibilidades estão sendo estudadas.
Todo o material foi recolhido para análise. Os pesquisadores estão percorrendo 350 km da costa de Santa Catarina à procura de novos registros. O laudo com a causa das mortes deverá ser divulgado em breve.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5494514-EI8145,00-SC+sobe+para+o+n+de+animais+marinhos+encontrados+mortos.html

Comentário: Acredito que tudo isso seja uma grande perda para todos, principalemte para nós, pois se o meio ambiente perde, nós também perdemos, e as más intenções sempre, são completamente prejudiciais, temos que fazer algo para impedir que toda essa desgraça aumente, pois infelizmente na natureza todos pagam pelo erro de alguns, isso é injusto, mas 'é assim que é, é assim que tem que ser' caso contrário ninguém irá fazer nada, e apenas se contentará, por isso nada é tão injusto assim, muito pelo contrário, tudo é muito justo.

Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos

24 de novembro de 2011
Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos



A teoria de Charles Darwin completa 152 anos da sua 1ª edição

O ano é 1859. O dia, 24 de novembro. Charles Darwin acaba de publicar a primeira edição de A Origem das Espécies. O livro mudaria radicalmente a forma como os humanos enxergam a evolução dos seres vivos, tornando-se base de toda a biologia moderna.
No aniversário de 152 anos desse trabalho.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5485912-EI238,00-Base+da+biologia+moderna+teoria+de+Darwin+completa+anos.html

Comentário: Esse data é uma data realmente muito marcante para a biologia, pois foi Darwin quem realmente criou a teoria da biologia moderna, que é muito utilizada até hoje, e isso é muito importante para toda a evolução da espécie humana e para os estudos de todos os interessados!

Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012

19 de novembro de 2011
Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012

Pesquisadores brasileiros devem testar em seres humanos um tratamento inédito com células-tronco. Portadores de distrofia muscular de Duchenne vão receber, pela primeira vez no País, células-tronco retiradas de outra pessoa. Até hoje, o Brasil só tratava pacientes com suas próprias células-tronco.
Segundo a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Mayana Zatz, os primeiros testes com pessoas devem ocorrer no final de 2012. Os voluntários para a pesquisa serão jovens com a doença que atinge crianças do sexo masculino e causa a degeneração dos músculos. "Alguns meninos perdem a capacidade de andar muito cedo", disse.
Mayana é diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco. É também uma das maiores autoridades sobre o assunto no País, e foi entrevistada do programa na sede da TV Brasil, na quinta-feira. Segundo ela, o território brasileiro tem centros de pesquisa desenvolvendo estudos de ponta sobre células-tronco.
No caso do tratamento dos pacientes com distrofia de muscular de Duchenne, serão usadas células-tronco extraídas da gordura. Pessoas saudáveis doam as células, que serão tratadas e implantadas nos músculos dos pacientes doentes. As células-tronco, por suas características biológicas, vão se transformar em tecido muscular e regenerar músculos comprometidos pela doença.
A pesquisadora declarou que esse procedimento já foi testado em ratos e cães. Segundo ela, os animais foram observados por até três anos e não apresentaram nenhum efeito colateral. "Até agora, tivemos resultados muito interessantes", afirmou, "nada de tumores".
A possibilidade do desenvolvimento de tumores em pacientes que passam por tratamento com células-tronco é justamente a maior preocupação dos pesquisadores. O efeito colateral foi registrado em uma criança, na Alemanha, que passou por tratamento desse tipo.
Por causa do risco, Mayana disse que é preciso ter muita cautela antes de qualquer teste em humanos. Ela acredita, porém, que a técnica desenvolvida no Brasil está pronta para entrar nessa fase. Agora, o projeto de pesquisa sobre o tratamento para distrofia muscular terá de passar pela avaliação de um comitê de ética de pesquisadores, antes de ser testado. Para a diretora do Instituto Nacional de Células-Tronco, a aprovação pode demorar um tempo, porém dará mais segurança para o prosseguimento do estudo.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5478365-EI8147,00-Brasil+testara+tratamento+inedito+com+celulastronco+em.html

Comentário: Acho essa pesquisa e essa nova tentativa muito saudável e fundamental para o avanço na saúde, principalmente em se tratando de células-tronco, que auxiliam na recuperação e renovação da vida e da saúde das pessoas.

Grande asteróide chegará muito perto da Terra nesta terça

08 de novembro de 2011
Grande asteroide chegará muito perto da Terra nesta terça


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Imagem do asteroide YU 55 gerada a partir de dados obtidos em abril de 2010 pelo Telescópio Arecibo, em Porto Rico

Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta.


A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."
Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra.
A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".


Perto, muito perto: mas não há risco?
A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman.
A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio.
Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica.
O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.


YU 55
O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman.
O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".
A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 204. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5455439-EI301,00-Grande+asteroide+chegara+muito+perto+da+Terra+nesta+terca.html

Comentário: Peguei esta reportagem, pois ela foi postada bem no dia em que o asteróide iria passar pela terra, e então achei interessante pegar, pelo fato de que é extremamente raro ocorrer esse tipo de evenvo frequentemente, talvez nunca mais possamos ver outro parecido nessa vida.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular

31 de outubro de 2011
Cientistas conseguem reverter envelhecimento celular

Cientistas franceses conseguiram recuperar a juventude de células de doadores centenários, ao reprogramá-las ao estágio de células-tronco, demonstrando assim que o processo de envelhecimento é reversível. Trabalhos sobre a possibilidade de apagar as marcas do envelhecimento celular, publicados na edição desta terça-feira da revista especializada Genes & Development, marcam uma nova etapa na direção da medicina regenerativa com vistas a corrigir uma patologia, ressaltou Jean-Marc Lemaitre, do Instituto de Genômica Funcional (Inserm/CNRS/Université de Montpellier), encarregado destas pesquisas.
Segundo um cientista do Inserm, outro resultado importante destes trabalhos é compreender melhor o envelhecimento e corrigir seus aspectos patológicos. As células idosas foram reprogramadas "in vitro" em células-tronco pluripotentes iPSC (sigla em inglês para células-tronco pluripotentes induzidas) e, com isso, recuperaram a juventude e as características das células-tronco embrionárias (hESC). Estas células podem se diferenciar dando origem a células de todos os tipos (neurônios, células cardíacas, da pele, do fígado...) após a terapia da "juventude" aplicada pelos cientistas.
Desde 2007 os cientistas demonstraram ser capazes de reprogramar as células adultas humanas em células-tronco pluripotentes (iPSC), cujas propriedades são semelhantes às das células-tronco embrionárias. Esta reprogramação a partir de células adultas evita as críticas ao uso de células-tronco extraídas de embriões.

Nova etapa
Até agora, a reprogramação de células adultas tinha um limite, a senescência, última etapa do envelhecimento celular. A equipe de Jean-Marc Lemaitre acaba de superar este limite.
Os cientistas primeiro multiplicaram células da pele (fibroblastos) de um doador de 74 anos para alcançar a senescência, caracterizada pela suspensão da proliferação celular. Em seguida, eles fizeram a reprogramação "in vitro" destas células. Como isto não foi possível com base em quatro fatores genéticos clássicos de transcrição (OCT4, SOX2, C MYC e KLF4), eles adicionaram outros dois (NANOG e LIN28).
Graças a este novo "coquetel" de seis ingredientes genéticos, as células senescentes reprogramadas recuperaram as características das células-tronco pluripotentes de tipo embrionário, sem conservar vestígios de seu envelhecimento anterior. "Os marcadores de idade das células foram apagados e as células-tronco iPSC que nós obtivemos podem produzir células funcionais, de todos os tipos, com capacidade de proliferação e longevidade aumentadas", explicou Jean-Marc Lemaitre.
Os cientistas em seguida testaram com sucesso seu coquetel em células mais envelhecidas, de 92, 94, 96 até 101 anos. "A idade das células não é definitivamente uma barreira para a reprogramação", concluíram.
Estes trabalhos abrem o caminho para o uso de células reprogramadas iPS como fonte ideal de células adultas toleradas pelo sistema imunológico para reparar órgãos ou tecidos em pacientes idosos, acrescentou o cientista.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5446180-EI238,00-Cientistas+conseguem+reverter+envelhecimento+celular.html

Comentário: Essa reverssão celular, transformando células velhas em novas, pode ser muito útil para a evolução de pesquisas e solução para a cura de muitas doenças ou a prevenção delas. Por isso a importância de sempre haverem novas pesquisas e divulgações sobre descobertas que auxiliem a humanidade de certa forma.

SP oferece cirurgia sem cortes para o tratamento contra câncer

27 de outubro de 2011
SP oferece cirurgia sem cortes para tratamento contra câncer

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se o primeiro hospital público do país a adotar a técnica de radiocirurgia. Trata-se de uma terapia simples e rápida para tratar pacientes oncológicos que, por motivos clínicos, não poderiam se submeter aos riscos de uma cirurgia comum. As informações são da agência Fapesp.
Além disso, o equipamento possibilita que, mesmo havendo uma pequena movimentação do tumor, provocada pela respiração, somente a área programada seja tratada. Isso porque o aparelho ajusta os disparos quando o tecido saudável fica à frente do dispositivo emissor da radiação. O procedimento dura, em média, uma hora e libera o paciente para voltar à sua rotina normal logo após a terapia.
Antes de dar início ao tratamento, uma imagem do tumor gerada pelo próprio equipamento de radioterapia é realizada para que a equipe de médicos e físicos possa posicionar o alvo que será submetido à radiocirurgia.
Devido a essa precisão, a técnica promove maior proteção dos tecidos vizinhos contra a radiação quando comparada ao tratamento de radioterapia convencional. Por esta razão, embora receba uma dose elevada de radiação, o paciente apresenta uma tolerância maior à nova técnica. Além disso, o período de tratamento é mais curto. São necessárias de uma a cinco aplicações, número que pode subir para cerca de 30, quando empregada a radioterapia comum.
O tratamento é indicado para tumores primários ou metástases localizadas no pulmão e na coluna vertebral, desde que isolados e com até cinco centímetros de diâmetro. Essa tecnologia visa concentrar uma grande dose de radiação em focos bastante específicos, provocando a morte das células cancerígenas por meio da quebra de seu DNA e chance mínima de danos aos tecidos sadios.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5438809-EI8147,00-SP+oferece+cirurgia+sem+cortes+para+tratamento+contra+cancer.html

Comentário: Essa nova técnica de cura do câncer é mais uma nova e grande criação da ciência em relação ao tratamento dessa doença que tanto mata gente não só no Brasil como no mundo inteiro, e isso é muito importante, pois essas descobertas só aumentam as chances de pessoas que possuem a doença se curarem, e melhorarem logo, de uma forma mais simples.

domingo, 23 de outubro de 2011

Estudo indica relação entre gene e felicidade

19 de outubro de 2011
Estudo indica relação entre gene e felicidade

Um estudo da London School of Economics and Political Science indica que um gene pode ser influente na felidade das pessoas. Mas os cientistas afirmam que o mais importante ainda é o "curso da vida" de cada um, mas a genética pode explicar o porquê de algumas pessoas serem naturalmente mais felizes que outros. A pesquisa foi divulgada na publicação especializada Journal of Human Genetics, do grupo Nature.
Segundoo pesquisador Jan-Emmanuel De Neve, sempre se desconfiou que um gene tivesse relação com felicidade, mas esse estudo mostra um indício direto dessa ligação. Outro estudo de De Neve, em parceria com cientistas das universidades de Harvard, Califórnia-San Diego (ambas nos Estados Unidos) e Zurique (Suíça), que comparava os códigos genéticos de gêmeos idênticos e não-idênticos, já indicava que a genética era responsável por um terço da variação na felicidade das pessoas.
O pesquisador afirma que o gene 5-HTT é o responsável pelos transportadores de serotonina, a substância responsável pelo sentimento de prazer e felicidade, nos neurônios. Esse gene é formado por dois alelos, que podem ser curtos ou longos (cada pessoa pode ter dois curtos, dois longos, ou um de cada).
Conforme o cientista, foram analisados os DNAs de 2,5 mil pessoas nos Estados Unidos. Para eles foi perguntado o quão satisfeitos estavam com sua vida como um todo, com cinco respostas possíveis: muito satisfeito, satisfeito, insatisfeito, muito insatisfeito ou nenhuma das anteriores.
O pesquisador afirma que pessoas com dois alelos longos respondiam mais estarem muito satisfeitas (35%) ou satisfeitas (34%) do que aquelas com dois alelos curtos (19% nas duas categorias). Além disso, o estudo indica que ter apenas um alelo longo aumenta em 8% a chance de alguém estar muito satisfeito com a vida do que aquelas com dois curtos.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5423164-EI8147,00-Estudo+indica+relacao+entre+gene+e+felicidade.html


Comentário: A realização desta pesquisa é curiosa e ao mesmo tempo divertida, pois é muito interessante saber que há pessoas que são mais felizes simplesmente pelo fato de terem um gene que determina isso, e é útil pois agora sabe-se qual a explicação para algumas pessoas que tem uma felicidade, e uma satisfação excessiva em relação a sua vida, e tudo isso determinado pelos genes, e explicado pela ciência. 

Por campanha, fotógrafa registra animais selvagens em estúdio

14 de outubro de 2011
Por campanha, fotógrafa registra animais selvagens em estúdio
                           A fotógrafa registrou imagens de 18 animais ameaçados de extinção, de babuínos a tigres. Foto: Barcroft Media/Getty Images
     A fotógrafa registrou imagens de 18 animais ameaçados de extinção, de babuínos a tigres


A fotógrafa Lennette Newell produziu uma sessão de fotos com animais selvagens na esperança de conscientizar o público e chamar a atenção para a causa ambiental e ecológica. Em seu estúdio na Califórnia (EUA), ela registrou imagens de 18 animais ameaçados de extinção, de babuínos a tigres.
Para conseguir que os animais posassem para as fotos, Lennette - que também é fotógrafa de moda - trabalhou com adestradores, alguns donos particulares e treinadores especializados. As imagens foram feitas ao longo de quatro anos e a fotógrafa investiu em retratos inusitados, bem-humorados ou simplesmente surpreendentes.
 
Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5412217-EI8145,00-Por+campanha+fotografa+registra+animais+selvagens+em+estudio.html
 
 
Comentário: Acho o trabalho da fotógrafa admirável, e alem disso comservador, no sentindo de proteger o nosso meio ambiente, pois ela juntamente com os adestradores desses animais fotografados, fazem um trabalho fotográfico sobre os animais que estão em extinção, criando assim uma campanha para protege-los, e ainda mais mostra a beleza dos animais selvagens que pertencem a fauna do nosso planeta Terra. Sendo a divulgação desse material muito interessante para que possamos apoiá-los nessa causa tão essencial.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Zoo chinês apresenta doze filhotes de pandas recém-nascidos

07 de outubro de 2011
Zoo chinês apresenta doze filhotes de pandas recém-nascidos
                           Com os 12 novos filhotes, o centro de reprodução tem agora 108 pandas. Foto: BBC Brasil
                           Com os 12 novos filhotes, o centro de reprodução tem agora 108 pandas
 
Um centro de reprodução animal em Chengdu, na China, exibiu ao público 12 filhotes de panda recém-nascidos. Os animais, que nasceram de mães diferentes e em diferentes dias, encantaram os visitantes do lugar.
Segundo o estabelecimento, os animais nasceram saudáveis e estão ganhando peso a cada dia. Com os 12 novos filhotes, o centro de reprodução tem agora 108 pandas. Esses ursos são considerados um tesouro nacional na China e uma espécie em risco.
Há dez anos, o país tinha 1,6 mil pandas. Um novo censo está sendo realizado para saber quantos existem.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5398443-EI8145,00-Zoo+chines+apresenta+doze+filhotes+de+pandas+recemnascidos.html

Comentário: Acho importante ser incentivada a reprodução dos pandas, e de todos os animais que de certa forma correm algum risco de extinção, por isso é muito interessante que o Zoológico Chinês da reportagem realmente incentive, apoie e ajude esses animais a se reproduzir.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Estudo: Canadá terá enormes custos com o aquecimento global

29 de setembro de 2011
Estudo: Canadá terá enormes custos com o aquecimento global
O impacto econômico das mudanças climáticas no Canadá pode chegar a bilhões de dólares ao ano, segundo estudo publicado esta quinta-feira por um grupo que assessora o governo canadense. O relatório intitulado "Pagando o preço: o impacto econômico das mudanças climáticas no Canadá", realizado pelo grupo Mesa Redonda Nacional sobre o Meio Ambiente e a Economia, calcula que os custos relacionados com o aquecimento podem subir anualmente a 5 bilhões de dólares em 2020, situando-se entre US$ 21 e US$43 bilhões de dólares em 2050.
O estudo aponta uma redução da oferta de madeira, o aumento das ondulações por tempestades, danos causados por inundações devido ao aumento do nível do mar em áreas costeiras e baixa qualidade do ar nas principais cidades, o que aumentará o número de consultas hospitalares. Por isso, pede a Ottawa para investir mais na geração e difusão de pesquisas e análises detalhadas para ajudar as comunidades a se adaptarem às mudanças climáticas e assim tentar evitar alguns custos adicionais.
O Canadá contribui com menos de 1,5% das emissões globais de carbono. No entanto, o estudo indicou que "o aumento das emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo exercerá um crescente impacto econômico" no país, devido a que os efeitos das mudanças climáticas ocorrem em seu território.
"As mudanças climáticas serão custosas para o Canadá e os canadenses", destacou. Por exemplo, o aumento da temperatura e os maiores níveis de dióxido de carbono na atmosfera podem acelerar o crescimento dos bosques em algumas áreas. Mas isto não compensará as perdas de árvores pelo aumento dos incêndios florestais, assim como a ocorrência de pragas e de fenômenos meteorológicos extremos, como tempestades de vento e neve.
O Canadá tem quase 3,5 milhões de km² de florestas, que representam 10% de toda a superfície florestal mundial. A indústria madeireira impulsiona 1,7% do Produto Interno Bruto do Canadá. As perdas no setor com as mudanças no clima podem chegar a 17 bilhões de dólares ao ano, concluiu o estudo, que destacou que a economia da província da Columbia Britânica (oeste) seja provavelmente das mais afetadas por sua dependência florestal.
As áreas baixas e densamente povoadas da costa do Pacífico, como Vancouver, e as regiões árticas, como Nunavut (que está experimentando o aumento de temperatura mais significativo) também enfrentarão os custos mais elevados per capita por danos de moradias devido às inundações, informou. No entanto, as áreas costeiras da Ilha do Príncipe Edward, no Oceano Atlântico, são as que correm o maior risco, destacou o relatório.
As inundações em todo o país poderiam levar os custos das mudanças climáticas ao nível nacional a US$ 8 bilhões anuais em 2050, concluiu. Por último, grandes cidades como Toronto e Vancouver experimentarão provavelmente mais ondas de calor no verão e pior qualidade do ar nos próximos anos, o que causará mais problemas cardiovasculares e respiratórios.
Em nível nacional, o fato de haver menos dias de frio extremo pode reduzir a incidência de doenças em geral e as mortes no inverno, destacou o informe. No entanto, algumas populações enfrentarão um risco maior de exposição a doenças infecciosas e transmitidas pela água e pelos alimentos. A proporção dos custos, destacou o estudo, dependerá do aumento das emissões globais e do crescimento econômico e demográfico do Canadá.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5385130-EI8147,00-Estudo%20Canada%20tera%20enormes%20custos%20com%20o%20aquecimento%20global.html


Comentário: O fato de ser cobrada uma taxa para o Canadá em relação ao alto índice de aquecimento global, ajudará muito para preservar um pouco mais as florestas e diminuir o desmatamento, causado por queimadas e outros fatores citados na reportagem, e aumentará também um outro índice, o de densidade demográfica, principalmente dos paises assiciados ao Canadá de alguma forma!

sábado, 24 de setembro de 2011

Gêmeas siamesas unidas pela cabeça são separadas em Londres

18 de setembro de 2011
Gêmeas siamesas unidas pela cabeça são separadas em Londres

Gêmeas siamesas que nasceram unidas pela cabeça foram separadas com sucesso após quatro operações em Londres. As bebês Rital e Ritag Gaboura, de 11 meses, passaram pela cirurgia final no Hospital Infantil Great Ormond Street no dia 15 de agosto, mas só neste domingo foram divulgadas informações sobre seu estado de saúde. As meninas sudanesas, que tiveram a viagem e todo o tratamento médico pago pela instituição de caridade Facing the World, parecem não ter sofrido danos neurológicos.
Gêmeos siameses são extremamente raros e apenas 5% deles são unidos pelo crânio. Destes, cerca de 40% morrem antes mesmo do nascimento ou durante o parto e outros 35% morrem nas primeiras 24 horas de vida, o que faz com que apenas 25% dos bebês unidos pela cabeça sobrevivam.

Sorte
Rital e Ritag nasceram de cesariana na capital do Sudão, Cartum. Devido à maneria como suas cabeças eram unidas, havia um grande fluxo de sangue entre os cérebros das irmãs. Ritag irrigava metade do cérebro da irmã, enquanto recebia quase todo esse fluxo de sangue de volta para seu coração. A situação das gêmeas era arriscada porque qualquer queda significativa no fluxo sanguíneo cerebral poderia causar danos neurológicos. Além disso, quando elas chegaram à Grã-Bretanha, o coração de Ritag já estava fraco.


Devido à natureza delicada da cirurgia, a separação foi feita em quatro estágios. Após duas cirurgias em maio, foram inseridos expansores de tecido em julho, para que fosse possível fechar a cabeça de cada uma das gêmeas após a separação final, que aconteceu no dia 15 de agosto.

Privilégio
Em uma declaração, os pais das gêmeas, ambos médicos, disseram se sentir privilegiados por suas filhas terem passado pela cirurgia de que precisavam. "Estamos muito agradecidos por poder esperar o momento em que vamos voltar para casa com duas meninas separadas e saudáveis. Agradecemos a todos os médicos que doaram seu tempo e à instituição Facing the World por organizar toda a parte logística e pagar pelas cirurgias."

Até o momento, Rital e Ritag estão reagindo a todos os testes e estímulos da mesma maneira que reagiam antes das operações, o que indica que não houve danos neurológicos. Ainda assim, devido à sua pouca idade, é impossível descartar a possibilidade de que tenha havido algum tipo de problema.
"A incidência de sobrevivência de gêmeos com essa condição é extremamente rara. A tarefa nos apresentou diversos desafios e todos nós sabíamos de nossa responsabilidade em relação a essa família e às duas meninas", disse o médico David Dunaway, da unidade de cirurgia plástica do hospital. "A família Gaboura foi extremamente corajosa durante uma jornada muito estressante e seu amor pelas crianças é óbvio."


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5356388-EI238,00-Gemeas+siamesas+unidas+pela+cabeca+sao+separadas+em+Londres.html



Comentário: Escolhi esta reportagem pelo fato de terem ocorrido alguns comentários sobre este assunto durante a aula na semana passada, e quando à vi, achei muito interessante, pelo fato de ser um relato real de algo que haviamos estudado de certa forma, e foi um caso bem sucedido que ocorreu em Londres com duas irmãs gêmeas univitelinas e siamesas.




Nova técnica quer converter casca de laranja em biocombustível

16 de setembro de 2011
Nova técnica quer converter casca de laranja em biocombustível
              As cascas das laranjas geram cerca de 8 milhões de toneladas de resíduos ao ano

Uma parceria entre cientistas britânicos, brasileiros e espanhóis pretende testar uma nova tecnologia para transformar resíduos alimentares, como cascas de laranja, em compostos químicos e biocombustíveis.
Segundo os cientistas, o método desenvolvido pode permitir no futuro, potencialmente, que os restos de alimentos sejam processados tanto domesticamente quanto em escala industrial.
Os pesquisadores dizem que a tecnologia poderia prover uma fonte renovável de carbono, além de resolver o crescente problema global do destino do lixo. Eles acreditam que o método, que trata os restos alimentares com microondas concentradas, pode extrair compostos químicos úteis que podem ser usados na produção de materiais e biocombustíveis.
O método foi apresentado nesta semana pelo professor James Clark, da Universidade de York, na Grã-Bretanha, durante o Festival Britânico de Ciência em Bradford.
Juntamente com pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade de Córdoba, na Espanha, ele formou a Orange Peel Exploitation Company (Companhia para Exploração de Cascas de Laranja, em tradução livre), para coordenar as pesquisas.

Resíduos em quantidade
Os restos são um produto inevitável de processos cada vez mais complexos no suprimento global de alimentos, com resíduos orgânicos não utilizados sendo produzidos em grandes quantidades em várias etapas - nas áreas de cultivo, nas fábricas que processam os alimentos ou pelos próprios consumidores.

Na produção de mandioca na África, por exemplo, 228 milhões de toneladas de amido não utilizados são produzidos a cada ano. Na Europa, as plantações de café produzem a cada ano 3 milhões de toneladas de resíduos.
Na produção comercial de suco de laranja no Brasil, somente metade da fruta é usada, deixando o resto como resíduo. As cascas das laranjas geram cerca de 8 milhões de toneladas de resíduos ao ano.
O objetivo principal dos pesquisadores é testar a tecnologia no Brasil para aproveitar esses dejetos das laranjas.

Potencial
"Você pica a casca, coloca tudo em um campo de microondas, como faria em um forno doméstico, mas com uma potência muito maior. As microondas ativam a celulose, provocando a liberação de vários elementos químicos", explica Clark.

Um desses elementos químicos, d-limoleno, pode ser usado diretamente na fabricação de perfumes e outros produtos químicos. Os produtos químicos derivados da casca de laranja poderiam ser usados para fabricar muitos dos materiais que atualmente dependem de petróleo.
Apesar de a tecnologia ainda estar em teste, Clark se diz otimista sobre o potencial do seu uso com todos os tipos de resíduos e em várias escalas. A tecnologia com microondas poderia processar qualquer coisa que contenha celulose e funcionaria particularmente bem com papel e cartolina.
Os pesquisadores estimam que se a nova tecnologia se tornar disponível comercialmente, seria possível processar cerca de 6 toneladas de resíduos alimentares por hora com uma máquina com custo estimado em 1 milhão de libras (cerca de R$ 2,7 milhões).

Reportagem retirada: http://tecnologia.terra.com.br/tecnologia-verde/noticias/0,,OI5353922-EI18550,00-Nova+tecnica+quer+converter+casca+de+laranja+em+biocombustivel.html


Comentário: Peguei esta reportagem pelo fato de ela ser muito bem vinda nos nossos atuais momentos, em relação a petróleo e as matrizes energéticas utiligadas atualmente, pois essas pesquisas com as cascas da laranja são extremamente úteis pois, além de não ser produzida uma grande quantidade de lixo, fora a que já produzimos, inútil, todos sabemos que o nosso petróleo não durará pra sempre e que já devemos começar a se mexer para buscar novas formas de energia que no futuro deverão substituir a utilidade desse petróleo... E essas cascas de laranja poderão substituí-lo com o passar do tempo, quando o petróleo deixar de existir. Ainda faltam alguns testes para que está pesquisa seja colocada em prática, mas tudo deverá dar certo, se não der com essa, concerteza surgirão novas pesquisas sobre esse assunto também!!

Cientistas querem recriar animais em extinção com células-tronco

05 de setembro de 2011
Cientistas querem recriar animais em extinção com células-tronco

Três anos atrás, a população selvagem do rinoceronte-branco do norte estava reduzida a apenas quatro indivíduos


Cientistas nos EUA anunciaram ter produzido células-tronco de rinoceronte-branco do norte e de um macaco africano, o que pode ajudar a garantir a sobrevivência das duas espécies ameaçadas de extinção. Os cientistas relatam, na publicação Nature Methods, que as células-tronco poderão ser transformadas em diferentes tipos de células do corpo dos animais. Se forem convertidas em óvulos e esperma dos animais, "filhotes de proveta" poderão ser desenvolvidos.
Tais aplicações ainda estão num futuro distante, mas a chefe da equipe de pesquisa, Jeanne Loring, disse que os estudiosos ficaram especialmente entusiasmados com os resultados obtidos com as células de rinoceronte, que superaram suas expectativas. As células-tronco foram feitas a partir da pele dos animais, em um processo de "reprogramação" - nele, retrovírus e outras ferramentas da biologia celular moderna são usados para devolver as células a um estágio prévio de desenvolvimento.
Nesse estágio, as células são "pluripotentes", ou seja, podem ser induzidas a formar diferentes tipos de células específicas, como neurônios e cartilagens. Os procedimentos em questão dependem muito de tentativas e erros, e os pesquisadores esperavam êxitos nos feitos com o macaco africano (chamado de drill), pelo histórico de experimentos prévios feitos com primatas. Mas os resultados das pesquisas com o rinoceronte surpreenderam. "Não foi fácil fazer com que funcionasse, mas funcionou", disse Loring à BBC News.

Aplicações

As aplicações iniciais da pesquisa devem ser medicinais. No caso de animais sofrendo de doenças degenerativas, como diabetes, as células-tronco podem, em tese, virar substitutas de células que estiverem perdendo suas funções.
Estudos que partem dessa premissa já estão em curso em humanos, para combater problemas como falência cardíaca, cegueira, derrames e lesões na espinha dorsal - ainda que o uso prático de tais pesquisas seja tema de debates. Uma ideia que empolga os cientistas é criar embriões ao induzir células-tronco a fazer óvulos e esperma.
"Fazer gametas (células reprodutivas) a partir de células-tronco ainda não é algo rotineiro, mas há relatos de que isso esteja sendo feito com animais em laboratórios", prosseguiu Loring. Ela crê que a técnica é mais promissora do que a de clonagem de animais ameaçados, por ter uma taxa de sucesso maior. "Você tem a possibilidade de fazer novas combinações genéticas, em vez clonar, que apenas reproduz animais já existentes."

"Último esforço"

O cientista conservacionista Robert Lacy, da Sociedade Zoológica de Chicago, disse que a técnica pode, algum dia, tirar algumas espécies do risco de extinção, mas que ainda há muito trabalho a ser feito. "As perspectivas para o uso desses métodos, de dar continuidade à linhagem dos últimos indivíduos de algumas espécies, será um último esforço, após termos falhado em proteger esses animais de maneiras prévias, mais simples e eficientes", afirmou Lacy.
Esse é o caso, ele diz, do rinoceronte-branco do norte, existente na África e ameaçado pela caça ilegal. Três anos atrás, a população selvagem da espécie estava reduzida a apenas quatro indivíduos que habitavam um parque nacional na República Democrática do Congo. Expedições recentes sequer conseguiram localizar esse pequeno grupo. Dessa forma, é possível que sete rinocerontes-brancos do norte enjaulados sejam os últimos representantes da espécie no planeta.
Já o primata drill (Mandrillus leucophaeus) também está com uma população declinante na Nigéria e em Camarões, principalmente por causa da caça e por perda de habitat. As pesquisas de células-tronco têm unido cientistas conservacionistas e de laboratório - caso de Jeanne Loring, que chefia o Centro de Medicina Regenerativa no Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia. Seu objetivo imediato é replicar o trabalho desenvolvido com o rinoceronte em outras dez espécies de animais ameaçadas, incluindo uma de elefante.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5331054-EI8147,00-Cientistas+querem+recriar+animais+em+extincao+com+celulastronco.html


Comentário: Acredito que essa técnica de recriar animais em extinção com células-tronco seja muito boa e produtiva, e relmente como dito na reportagem é mais vantajoso e certamente apresenta melhores resultados do que a clonagem. E uma boa iniciativa para conseguirmos resgatar espécies que estão em extinção e que a falta delas prejudica no andamento natural do meio ambiente. Porém infelizmente este ainda é um projeto que está no inicio e ainda necessita de diversos testes, e acompanhamentos para realmente ser percebido o efeito desta pesquisa, tomara que seja bem sucedida e que possamos cada vez mais preservar a nossa fauna terrestre.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cientistas desenvolvem vírus que ataca células cancerígenas

31 de agosto de 2011 

Cientistas desenvolvem vírus que ataca células cancerígenas

O implante na corrente sanguínea de um vírus modificado que combate especificamente células cancerígenas pode ser a nova promessa da ciência no combate ao câncer. A descoberta é fruto de uma pesquisa internacional conjunta liderada pela Universidade de Otawa, no Canadá.
O estudo publicado pela revista Nature mostra que uma versão modificada do vírus vaccinia, intitulada JX-594, combate exclusivamente células doentes, deixando incólume o tecido saudável. A pesquisa ainda não é conclusiva, já que apenas 23 pacientes foram submetidos aos testes. Mas o artigo, assinado por pesquisadores de universidades dos Estados Unidos, do Canadá e da Coreia do Sul, diz que a descoberta "transformará" de maneira efetiva o tratamento da doença do futuro.
O JX-594 (modificado a partir do vírus usado na vacina contra a varíola) foi aplicado em diferentes dosagens nos 23 pacientes, portadores de tipos de câncer que se espalham rapidamente por vários órgãos do corpo humano. No grupo de oito pessoas que recebeu alta dosagem, o tratamento teve resultados positivos em sete pacientes, nos quais o vírus modificado atacou apenas as células cancerígenas após introdução via corrente sanguínea.
Os pesquisadores observaram que o vírus interrompeu momentaneamente o crescimento dos tumores em seis pacientes após a aplicação. Por questões de segurança, apenas uma dose foi administrada.

Otimismo
Para o professor John Bell, da Universidade de Otawa, que liderou o time de pesquisadores, "a administração intravenosa (do vírus) é crucial para o tratamento do câncer porque permite atacar tumores espalhados pelo corpo".
A terapia viral no combate ao câncer não é novidade. Até agora, no entanto, o vírus era diretamente aplicado no tumor, e não na corrente sanguínea. "Estamos muito empolgados porque pela primeira vez uma terapia viral se mostrou consistente e efetiva com o vírus replicando no tecido cancerígeno após aplicação intravenosa em humanos", diz Bell.
Apesar do estágio inicial da pesquisa, o cientista diz acreditar que "um dia vírus e outras terapias biológicas podem transformar efetivamente nossa maneira de lidar com o tratamento do câncer".
Ouvido pela BBC, o diretor do Barts Cander Institute da Grã-Bretanha, Nick Lemoine, considera a descoberta "uma promessa real" para "cânceres de difícil tratamento". "O estudo é importante porque mostra que um vírus previamente usado na vacinação contra varíola em milhões de pessoas pode, uma vez modificado, atingir o câncer por meio da corrente sanguínea, mesmo quando o câncer já se espalhou pelo corpo do paciente", diz.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5323606-EI8147,00-Cientistas+desenvolvem+virus+que+ataca+celulas+cancerigenas.html


Comentário: Acredito que esta descoberta seja extremamente importante para o avanço da medicina, a cura para o cancêr é um grande passo para evolução médica e uma surpresa até, pois se isso for realmente comprovado que combate o cancêr e não compromente de nenhuma forma a saúde do paciente poderá ser utilizado como um novo método para a cura do câncer e possivelmente salvar mais vidas que são vitímas dessa trágica doença. 

Nova espécie de macaco é encontrada em unidade de conservação no Mato Grosso

26/08/11

Nova espécie de macaco é encontrada em unidade de conservação no Mato Grosso

Um novo horizonte se abriu para os estudos de primatas na Amazônia Meridional. Uma nova espécie de primata foi encontrada na Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no noroeste do Mato Grosso.
O espécime, pertencente ao gênero Callicebus, conhecido como zogue-zogue, foi coletado durante a Expedição Guariba-Roosevelt, realizada em dezembro de 2010 pelo WWF-Brasil em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) e a Mapsmut. Na ocasião, 9 pesquisadores visitaram quatro unidades de conservação do estado do Mato Grosso para colher subsídios para a redação dos planos de manejo dessas áreas protegidas. O trabalho durou vinte dias e terá seu resultado consolidado ainda este ano, com a publicação oficial dos planos de manejo.
O primata foi encontrado entre os rios Guariba e Roosevelt, dois dos mais importantes cursos d’água do noroeste mato-grossense. O pesquisador responsável pela descoberta, o biólogo Júlio Dalponte, esclareceu que o pequeno primata apresenta características de coloração diferentes das outras espécies de zogue-zogue conhecidas na região. “Este primata tem detalhes na cauda e na cabeça que não foram vistos até agora em outros zogue-zogues originários desta área”, contou.
O animal coletado está sendo submetido a estudos que visam detalhar seu caráter inédito para os mastozólogos e primatólogos do mundo todo. O tombamento foi realizado em maio na coleção científica de mamíferos do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém (PA).
Júlio explicou que o registro e depósito (tombamento) do animal significa, na prática, sua incorporação à uma coleção cientifica brasileira, no caso, a do Goeldi. “Este é mais um passo neste trabalho de descobrir e catalogar uma nova espécie. Ainda faremos sua descrição e a publicação de estudos mais detalhados sobre ela, mas não há dúvida de que seja uma nova espécie”, contou.
A descrição da espécie, com os estudos sobre suas características físicas e biológicas, deve levar cerca de seis meses para ser concluída. A publicação da descoberta em periódicos especializados pode levar até um ano entre a submissão do trabalho e a aprovação por parte dos comitês editoriais de revistas científicas.
Assim que chegou ao Goeldi, o primata foi classificado seguindo normas internacionais de taxonomia. Os dados biométricos do animal como peso, cor do pelo e comprimento de cauda foram registrados, assim como outras informações sobre sua ocorrência e sobre a coleta – como o pesquisador coletor, o habitat e período da coleta. Amostras de pelos e músculos foram retirados para análises moleculares e todas essas informações serão disponibilizadas futuramente em fichas informatizadas, passíveis de ser consultadas por outros pesquisadores.
“Ao tombar este animal numa coleção idônea, como é o caso do Museu Goeldi, damos um passo importante no sentido de conhecer a fauna do noroeste do Mato Grosso, que ainda hoje é um enorme quebra-cabeças com várias peças ausentes”, explicou Dalponte.
Segundo o coordenador do Programa Amazônia do WWF-Brasil, Mauro Armelin, a descoberta de uma nova espécie de mamífero coloca em evidência a importância das unidades de conservação para a proteção das espécies da flora e fauna e também para a pesquisa científica. “O Brasil é uma país megadiverso e é fundamental a conservação dos ecossistemas e das espécies. Precisamos conhecer mais essa riqueza e promover o uso sustentável dos recursos naturais”, afirmou Armelin.
Lançado em 2010 pela Rede WWF, o relatório Amazônia Viva: uma década de descobertas 1999-2009 mostrou que mais de 1.200 novas espécies de plantas e de animais vertebrados foram descobertas na Amazônia entre 1999 e 2009. Isso significa uma nova espécie a cada três dias. “Ainda há muito o que descobrir”, comentou o engenheiro florestal.
“A perda de habitats naturais continua sendo uma grande ameaça para a biodiversidade brasileira. Por isso, é muito importante a criação e implementação de unidades de conservação com a coleta de informações e elaboração dos planos de manejo. A realização da Expedição Científica Guariba-Roosevelt é uma forma de apoiar a secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso a conservar a riqueza natural do estado”, explicou Armelin.


A Expedição Guariba-Roosevelt

Promovida pelo WWF-Brasil em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Mato Grosso e a empresa Mapsmut, a Expedição Guariba-Roosevelt foi realizada entre os dias 1º e 20 de dezembro de 2010. Seu objetivo foi colher informações e realizar o “diagnóstico ambiental” de quatro unidades de conservação estaduais situadas no Noroeste do Mato Grosso
Apesar de criadas durante a década de 90, essas áreas protegidas ainda não foram suficientemente estudadas e não possuem planos de manejo. Os planos de manejo são documentos oficiais que informam o que pode ou não ser feito no interior de unidades de conservação.
Historicamente, o noroeste do Mato Grosso vem sendo devastado nas últimas décadas pela ocorrência de garimpo, extração de madeira, pesca predatória e abertura de pastagem – mesmo dentro das áreas protegidas. O analista de conservação do WWF-Brasil, Samuel Tararan, coordenador da expedição, considera que as parcerias entre as instituições envolvidas podem impulsionar o desenvolvimento sustentável na região.


Reportagem retirada: http://biologias.com/noticias/1041/Nova-especie-de-macaco-e-encontrada-em-unidade-de-conservacao-no-Mato-Grosso


Comentário: Acho muito iteressante isso, o encontro de uma nova espécie de macacos, pois acredito que com interesse e novas pesquisas poderão ser encontradas ainda muitas outras espécies, ou novidades sobre o nosso meio ambiente em determinados locais, pois a nossas áreas de florestas e locais onde é possivel haver a presença de animais silvestres são imensas e isso pode facilitar a busca por esse tipo de estudo.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nasa prepara lançamento do laboratório que explorará a Lua

19 de agosto de 2011 
Nasa prepara lançamento do laboratório que explorará a Lua

O laboratório móvel foi acoplado à parte do foguete com o qual será lançado ainda este ano

O laboratório móvel GRAIL da Nasa foi acoplado à base do seu foguete de lançamento na quinta-feira. Nesta sexta, a agência espacial americana começa os últimos testes do GRAIL, que poderá ser lançado entre o dia 8 de setembro e 19 de outubro, a depender dos resultados de testes preliminares e das condições do tempo.
O laboratório terá como missão viajar ao redor da Lua para explorar a sua estrutura interna. Com o mapeamento do campo gravitacional do satélite natural da Terra, a Nasa espera entender melhor sua evolução termal, bem como aplicar os conhecimentos adquiridos em missões a outros planetas. De acordo com Maria Zuber, líder do projeto GRAIL, a missão vai transformar totalmente o que pensamos a respeito da formação da Lua e da nossa própria origem.
Comentário: Acho que esse lançamento para a Lua será algo muito importante para avanços em relação a história da humanidade, e do nosso surgimento. Além de interar as pessoas sobre assuntos espaciais e interessantes que mudam um pouco as noticias tristes que saem nos jornais e aumentam a perspectiva e a curisidade das pessoas sobre esse tipo de assunto.

Pane em sinalização interrompe circulação de trens da Trensurb e causa tumulto na Capital

08/08/2011 

Pane em sinalização interrompe circulação de trens da Trensurb e causa tumulto na Capital
Interrupção das operações provocou tumulto na estação do Mercado Público, em Porto Alegre - Mateus Bruxel / Agencia RBSNa Estação do Mercado Público, em Porto Alegre, acessos foram fechados para conter confusão


Uma pane na sinalização da Trensurb no trecho entre as estações São Luís, em Canoas, e Sapucaia do Sul interrompeu a operação dos trens no início da noite desta segunda-feira. A circulação foi restabelecida por volta das 19h, porém com velocidade reduzida no ponto onde ocorreu o problema.   Provocada por uma desacarga elétrica, a falha revoltou passageiros na Estação do Mercado Público, em Porto Alegre — a com maior concentração de pessoas do sistema. Os acesssos ao local foram fechados para conter a confusão.Conforme o gerente de operações da empresa, Rubenildo de Azevedo Ignácio, o  problema A descarga elétrica que causou a pane teria sido consequência de um raio.
Terceiro problema em pouco mais de um mês

O problema desta segunda é o terceiro ocorrido em um período de pouco mais de um mês.
ocorreu na sinalização dos trilhos.
— Tívemos um problema na sinalização, que garante a segurança nas operações. Com a falha, por uma questão de segurança, tivemos de interromper o funcionamento — explica.
Com a retomada das operações, por volta das 19h, a Trensurb informou que mais veículos foram disponibilizados para reduzir o número de passageiros em espera. O horário
especial de pico foi ampliado.    
No último dia 26, uma falha mecânica em um trem na Estação Fátima, em Canoas, aumentou o intervalo das viagens.
No dia 05 de julho, uma pane na Estação do Mercado Público, na Capital, causou atrasos nas viagens. Um trem apresentou falha depois de partir do lugar. Uma nova
máquina foi enviada eo ponto, a com problema retirada dos trilhos e os passageiros transferidos.


Comentário: Falhas nesse tipo de transporte tem sido comuns de um determinado tempo para cá, porém é um dos meios muito utilizados pela população das cidades metropolitanas para se deslocar em direção a capital ou a outras cidades e vice-versa, e é um bom meio de fugir do caótico congestionamento das estradas do nosso país, e é um meio além de mais rápido que ajuda o nosso meio ambiente a não ser mais tão poluido, ou pelo menos não fazer aumentar tanto este índice...Apesar de ter ocorrido esse problema causado por um raio que é um fenomeno da natureza, acho que sim, os governantes das cidades e do nosso estado devem investir mais nesse meio de transporte público, como foi dito em algumas criticas que estão no site.