quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SC: sobe para 108 o n° de animais marinhos encontrados mortos

29 de novembro de 2011
SC: sobe para 108 o nº de animais marinhos encontrados mortos

Subiu para 108 o número de animais marinhos encontrados mortos na costa catarinense. Desde o início do monitoramento realizado por biólogos do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali)foram registrados o aparecimento de 90 tartarugas verdes (Chelonia mydas), três golfinhos cinza (Sotalia guianensis), 12 botos (Tursiops truncatus), conhecidos como "boto flíper" ou "boto da tainha", uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), uma baleia-minke-antártica (Balaenoptera bonaerensis), e uma toninha (Pontoporia blainvillei).
Especialistas acompanham o caso e apontam como causa preliminar o uso de redes de emalhe, proibidas na pesca. Essa suspeita, no entanto, ainda não foi confirmada e outras possibilidades estão sendo estudadas.
Todo o material foi recolhido para análise. Os pesquisadores estão percorrendo 350 km da costa de Santa Catarina à procura de novos registros. O laudo com a causa das mortes deverá ser divulgado em breve.

Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5494514-EI8145,00-SC+sobe+para+o+n+de+animais+marinhos+encontrados+mortos.html

Comentário: Acredito que tudo isso seja uma grande perda para todos, principalemte para nós, pois se o meio ambiente perde, nós também perdemos, e as más intenções sempre, são completamente prejudiciais, temos que fazer algo para impedir que toda essa desgraça aumente, pois infelizmente na natureza todos pagam pelo erro de alguns, isso é injusto, mas 'é assim que é, é assim que tem que ser' caso contrário ninguém irá fazer nada, e apenas se contentará, por isso nada é tão injusto assim, muito pelo contrário, tudo é muito justo.

Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos

24 de novembro de 2011
Base da biologia moderna, teoria de Darwin completa 152 anos



A teoria de Charles Darwin completa 152 anos da sua 1ª edição

O ano é 1859. O dia, 24 de novembro. Charles Darwin acaba de publicar a primeira edição de A Origem das Espécies. O livro mudaria radicalmente a forma como os humanos enxergam a evolução dos seres vivos, tornando-se base de toda a biologia moderna.
No aniversário de 152 anos desse trabalho.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5485912-EI238,00-Base+da+biologia+moderna+teoria+de+Darwin+completa+anos.html

Comentário: Esse data é uma data realmente muito marcante para a biologia, pois foi Darwin quem realmente criou a teoria da biologia moderna, que é muito utilizada até hoje, e isso é muito importante para toda a evolução da espécie humana e para os estudos de todos os interessados!

Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012

19 de novembro de 2011
Brasil testará tratamento inédito com células-tronco em 2012

Pesquisadores brasileiros devem testar em seres humanos um tratamento inédito com células-tronco. Portadores de distrofia muscular de Duchenne vão receber, pela primeira vez no País, células-tronco retiradas de outra pessoa. Até hoje, o Brasil só tratava pacientes com suas próprias células-tronco.
Segundo a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Mayana Zatz, os primeiros testes com pessoas devem ocorrer no final de 2012. Os voluntários para a pesquisa serão jovens com a doença que atinge crianças do sexo masculino e causa a degeneração dos músculos. "Alguns meninos perdem a capacidade de andar muito cedo", disse.
Mayana é diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco. É também uma das maiores autoridades sobre o assunto no País, e foi entrevistada do programa na sede da TV Brasil, na quinta-feira. Segundo ela, o território brasileiro tem centros de pesquisa desenvolvendo estudos de ponta sobre células-tronco.
No caso do tratamento dos pacientes com distrofia de muscular de Duchenne, serão usadas células-tronco extraídas da gordura. Pessoas saudáveis doam as células, que serão tratadas e implantadas nos músculos dos pacientes doentes. As células-tronco, por suas características biológicas, vão se transformar em tecido muscular e regenerar músculos comprometidos pela doença.
A pesquisadora declarou que esse procedimento já foi testado em ratos e cães. Segundo ela, os animais foram observados por até três anos e não apresentaram nenhum efeito colateral. "Até agora, tivemos resultados muito interessantes", afirmou, "nada de tumores".
A possibilidade do desenvolvimento de tumores em pacientes que passam por tratamento com células-tronco é justamente a maior preocupação dos pesquisadores. O efeito colateral foi registrado em uma criança, na Alemanha, que passou por tratamento desse tipo.
Por causa do risco, Mayana disse que é preciso ter muita cautela antes de qualquer teste em humanos. Ela acredita, porém, que a técnica desenvolvida no Brasil está pronta para entrar nessa fase. Agora, o projeto de pesquisa sobre o tratamento para distrofia muscular terá de passar pela avaliação de um comitê de ética de pesquisadores, antes de ser testado. Para a diretora do Instituto Nacional de Células-Tronco, a aprovação pode demorar um tempo, porém dará mais segurança para o prosseguimento do estudo.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5478365-EI8147,00-Brasil+testara+tratamento+inedito+com+celulastronco+em.html

Comentário: Acho essa pesquisa e essa nova tentativa muito saudável e fundamental para o avanço na saúde, principalmente em se tratando de células-tronco, que auxiliam na recuperação e renovação da vida e da saúde das pessoas.

Grande asteróide chegará muito perto da Terra nesta terça

08 de novembro de 2011
Grande asteroide chegará muito perto da Terra nesta terça


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Imagem do asteroide YU 55 gerada a partir de dados obtidos em abril de 2010 pelo Telescópio Arecibo, em Porto Rico

Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta.


A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."
Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra.
A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".


Perto, muito perto: mas não há risco?
A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman.
A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio.
Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica.
O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.


YU 55
O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman.
O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".
A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 204. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual.


Reportagem retirada: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5455439-EI301,00-Grande+asteroide+chegara+muito+perto+da+Terra+nesta+terca.html

Comentário: Peguei esta reportagem, pois ela foi postada bem no dia em que o asteróide iria passar pela terra, e então achei interessante pegar, pelo fato de que é extremamente raro ocorrer esse tipo de evenvo frequentemente, talvez nunca mais possamos ver outro parecido nessa vida.